Após nova derrota e lanterna no Brasileiro, Grêmio escancara crise e desenha prazo para Tiago Nunes

Dirigentes falam abertamente em urgência de vitória para duelo de domingo, com Atlético-GO, ou a saída do treinador será iminente

Já adentrava a madrugada desta quinta-feira quando o Grêmio enfim começou suas manifestações após a derrota por 2 a 0 para o Juventude, o sexto jogo sem vitória que lhe assegurou a lanterna do Brasileirão por mais uma rodada. No vestiário do Alfredo Jaconi, após uma reunião de mais de uma hora, ficou praticamente desenhado um prazo ao técnico Tiago Nunes: o próximo domingo.

Na entrevista coletiva conjunta entre dirigentes e treinador, o vice de futebol Marcos Herrmann suscitou um “fato novo” para mudar o panorama de crise no clube. Por sua vez, o presidente Romildo Bolzan, último a falar, esclareceu que qualquer coisa diferente de uma vitória, no domingo, contra o Atlético-GO, deve resultar na saída de Tiago.

Bolzan, Herrmann, o CEO Carlos Amodeo e o executivo Diego Cerri estiveram reunidos por uma hora no vestiário em Caxias do Sul. A urgência por resultado foi a tônica da conversa, corroborada pelo presidente logo depois, ao deixar claro que pode encerrar a passagem do treinador pelo Grêmio a qualquer momento. São 60 dias de trabalho e 15 jogos com Tiago Nunes no banco de reservas.


 

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